inteligência artificial

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    • Lado negro
      dos brócolos é a sua acidez.
      A acidez dos brócolos assado é idêntica, com nível de desgaste aos dos refrigerantes, podendo danificar os dentes. A acidez é menor quando os brócolos são cozidos ou colocados na sopa.


      bom apetite
      :chinese: :chinese: :chinese: :chinese:

      O mundo não é cão, é dos lobos
      Quanto mais criticamos menos jogamos.

      Universo Antares - loboazul
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    • Viram a notícia sobre o Uber nos EUA que atropelou mortalmente uma pessoa? Estavam a testar a condução autónoma e pimba, não funcionou... Porque a senhora não passou na passadeira.
      Isto vai de encontro ao que sempre disse que iria acontecer. Os carros/sensores/whatever leem a sinalética e código da estrada. Não estão preparados para antecipar o comportamento humano, desrespeitos e todas as situações em que temos fracções de segundo para decidir o que fazer para evitar o pior.

      CdS: More than a place, a way of life!
      Dupla personalidade do Homem do Talho
      Máfia - Os Chouriços
    • (Ficou um testamento mas estava a sentir-me inspirado, se calhar até disse um monte de tretas, é tudo o que acho acerca do conceito de inteligência artificial e como funciona, não me baseei em artigo nenhum ou assim portanto, não levem isto como uma certeza)

      Para mim o problema de debates sobre a inteligência artificial (AI) é que a maior parte das pessoas não entende o conceito de AI e associa automaticamente isso à tal frase: "os robôs vão passar a dominar".
      Acho que para se debater temas destes deviam explicar primeiro o conceito às pessoas porque muitas não fazem ideia ou associam incorretamente, nomeadamente a @Peste_Negra. Não sei se com esse post pretendias demonstrar só um acontecimento ou falha de "AI", porque digo-te, isso não tem nada a ver com AI.

      Isso que descreveste é programação baseada em variáveis dentro de intervalos por nós definidos. Programas o carro para seguir a via porque tem a linha ao lado (rip, não funciona em terrenos) ou parar porque deteta um obstáculo à distância de X metros. Aparece uma situação que não está definida nas variáveis e dá porcaria.

      A explicação que consigo dar de AI é que podemos basear-nos em "algoritmo inteligente". Programamos o algoritmo de maneira a que ele aprenda novas variáveis e se adapte às mesmas com base no que este experiência, com certeza envolve imenso trabalho e nem eu sei explicar como se programa um algoritmo inteligente (Ainda) porém facilita trabalho no futuro porque não precisamos de estar a adicionar novas variáveis e fica também preparado para situações que não encaixam nas imensas possibilidades definidas. Exemplos de algoritmo inteligente é a pesquisa do google (mas não chega ao ponto duma AI "completa), as sugestões de palavras ao escreverem no vosso smartphone, etc.
      Pegando nas sugestões de palavras, que acho o melhor exemplo, quando começam a utilizar o smartphone as sugestões são baseadas em variáveis já por eles definidas (vamos excluir as sugestões que se baseiam pela utilidade global, que é informação guardada de vários utilizadores e serve depois para a tal "AI"). Porém, passado algum tempo, as sugestões começam a bater certo (aproximadamente, é ainda muito longe duma verdadeira AI mas funciona bem o suficiente para o "comum dos mortais"), isto porque a AI, ou por algoritmo inteligente ou por outro tipo de programação, vai guardando as palavras utilizadas mesmo que não constem na sua base de dados (passam a estar) e a prever as palavras que antecedem a sugestão, é AI ainda a um nível muito básico mas o sistema vai-se adaptando ao "ambiente" que o rodeia. Neste caso adapta-se à maneira que costumamos construir as frases, as típicas antecedências e depois dá as possíveis sugestões. E o sistema faz isto tudo sozinho para cada um de nós sem necessitar de um programador a adaptar o Google Keyboard para cada pessoa.

      Imaginando que crio um robô que faz as limpezas de casa mas tem uma AI para ganhar outras utilidades (e não permitindo qualquer falha na programação para que seja utilizado para fins maliciosos) e nessa casa há 1 mulher e 1 homem e a mulher é vítima de agressões. Presumindo que eu defino no robô que acontecimento X com reações Y (por exemplo, gritos - som de maior amplitude, etc.) que no seu "core" está definido como algo incorreto (isto não é de todo tão simples, mas é para dar um ideia), à medida que o robô vai verificando em seu redor este acontecimento e reação repetidamente dentro dum pequeno intervalo de variáveis (estas em princípio estariam definidas ou numa AI completa iriam basear-se noutros cálculos para demonstrar a facilidade de leitura do casal para o robô) até ele se aperceber que não foi 1,2, ..., n vezes que ele viu algo "normal" mas sim a tal ação incorreta e se no seu core estiver definido que ações incorretas -> chamar a polícia então o robô poderia chamar as autoridades.
      Não programei o robô para verificar que agressões são algo incorreto, programei o robô para verificar acontecimentos e reações e comparar resultados e tirar conclusões, com base no ambiente em que este está inserido. Claro que depois difere, se o robô estiver numa base militar dentro da sala enquanto treinam pancada, por adaptação ao ambiente este conclui que é uma atividade normal àquelas X horas, etc.
      "Então e se o marido dá porrada na mulher todos os dias, sempre às 21h?" Lá está, é estas situações que ainda não permitem haver uma AI completa, provavelmente com outros conjuntos de situações e cruzamentos de informação o robô conseguiria distinguir, mas disso já não sei o suficiente.

      Cumps,
      O todo bom

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      "Power resides where men believe it resides. It's a trick, a shadow on the wall, and a very small man can cast a very large shadow."
    • Caro Jeleia,

      Sim, eu li todo o "testamento" mas falhas logo quando assumes que eu não sei o que é IA ou que considero que a condução autónoma é AI. Usei este tópico como uma forma de mostrar que, se em algo relativamente (e dou imenso ênfase a este "relativamente") simples não conseguimos contornar obstáculos (isto parece cómico lol), como podemos ter ideias de AI num futuro "próximo"?
      Foi nesse sentido que dei este exemplo. E acho que estamos a querer dar passos maiores que as nossas pernas.

      Resumidamente: Temos tanto onde investir tempo e recursos que estar a pensar em AI é precoce. Estamos a trabalhar em coisas que não vão ter utilidade prática por décadas.

      É apenas uma opinião. Não pensem que sou anti-evolução ou progresso científico ou tecnológico porque não é, de todo, o caso.

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    • O Drum já jogou e joga fixe. Lembro-me duma edição que ele e o @AvenginDemon fizeram todo o mundo entrar em colapso mental de tal forma deram a volta à malta. - Compal_Frutologia quando perguntado sobre o melhor jogador de máfia.
    • Há que ter em conta que a tecnologia não é para todos.

      Ainda chegaremos a Marte num momento que metade do planeta estará em guerra e fome e miséria.

      Apenas os países mais ricos do mundo terão acesso às tecnologias avançadas e inteligência artificial.

      A humanidade procura evoluir sempre mais a custa dos que nada têm.

      Quando o objectivo deveria ser criar igualdade de condições de vida a todos os habitantes do planeta.

      É hipocrisia desejar descobrir um planeta para colonizar para salvar a humanidade quando se deixa a humanidade no seu planeta de origem morrer a cada dia e a ser responsável pela destruição do planeta.

      Internamente temos o filme 2012 que retrata uma situação de destruição global.
      Em exemplo este filme demonstra quem vai ocupar as naves? R:os mais ricos.

      O resto que se lixe é deixar morrer.
      .

      :grumble: Guia Como jogar Máfia:
      1º e Único artigo: Se me enforcarem a aldeia perde, se levar tiro a máfia perde.

      Natural dos Açores - visitazores.com/pt

      Ex - Mineiro Ogame.pt
      Nunca fiz parte da equipa com orgulho!
    • @Drum não disse que se fosse um carro com condutor conseguiria ter evitado o impacto. Sobre o segundo link só confirma o que defendo. O gajo não ia com a mínima atenção à estrada, confiante no sistema.
      Mas, se vires os relatórios dos testes anteriores e características dos carros autónomos, vês que uma das características é a utilização de sensores e radar para que o sistema "veja" até em locais pouco iluminados. Logo, se estivesse bem "calibrado"/programado, o acidente não deveria ter ocorrido. Os testes em ambiente controlado em situações de total escuridão foram bem sucedidos.
      Anyway, acho que deveriam ter sido feitos mais testes antes de lançar para a estrada. Além do mais isto levanta uma questão: quem é responsabilizado em caso de acidente, se o carro não está a ser conduzido por ninguém?

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